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 Diagnóstico da Gravidez


Ecografia Obstétrica CAD em cor
O melhor diagnóstico obstétrico


Calcule a idade de sua gravidez

Com este calculista você pode determinar a data aproximada em do que seu bebê nascerá.

Baseia-se em do que uma gestação normal dura em média 40 semanas contadas desde o primeiro dia da data da última regra normal e do que a concepção usualmente ocorre 2 semanas depois do primeiro dia da última regra.

O calculista permite uma aproximação pouco exata. Para um cálculo realmente confiável requer uma ecografia obstétrica C.A.D. (as praticadas por intermediários carecem de utilidade)


Data da última regra         
                                  (MM/DD/AAAA)

Duração média do ciclo
Se a desconhece, deixe em  alvo    (22 a 45)
                              (média 28 dias)

Duração fase luteínica
Se a desconhece, deixe em  alvo    (9 a 16)
                              (média 14 dias)

                         

Data estimada da concepção 
Data estimada do Parto        
Idade fetal estimada            

Ainda que a gravidez não constitui uma condição patológica sim representa risco, pois além dos perigos inerentes ao desenvolvimento do produto, existe uma sobrecarrega que exige maior rendimento e adapabilidade ao organismo, aumentando as necessidades de nutrientes, o peso, gasto cardíaco, volume sanguíneo, trabalho renal, etc.

A ecografia C.A.D. em cor detecta precocemente a gravidez, calcula sua idade com precisão, diagnostica suas complicações e valoriza sua evolução,em forma innocua e segura. O associar computadores (ecografia C.A.D) incrementa a exatidão e evita a necessidade de outros exames. E a Ecografia em Cor detecta mais alterações precisamente pela cor que produz mais contraste.

O ultrasom obstétrico e os computadores:
Os ecógrafos estão construídos com circuitos impressos iguais aos empregados nos computadores e não é raro encontrar naqueles motherboards (cartões principais), com processadores 8088, idênticos aos instalados nos antigos computadores XT.

Muitos ecógrafos têm funções obstétricas com suas instruções gravadas em memória ROM (Read Only Memory), que pode ler-se mas não se modificar. É complicado e custoso mudar esta memória, pelo qual estes programas ficam desactualizados rapidamente. Outros ecógrafos permitem a introdução de dados que servem como exemplo para modificar as tabelas obstétricas internas, mais não as equações. Este procedimento é muito geral, pelo que sua precisão é limitada e também se desactualizan facilmente. Algumas equipes já permitem em certo grau a modificação de seu software mediante disquetes, mas seu portabilidad (grau no qual uma aplicação se pode executar numa variedade de maquinas ) e desempenho são significativamente inferiores aos do software externo, ainda que seu custo se é maior.

Com o emprego de computadores podemos mudar livremente nosso software mediante disquetes, que nos permitem carregar o programa na memória RAM (Random-Access Memory), a qual sim podemos modificar. Isto melhora os resultados, pois e tem mais simples estabelecer comunicação com computadores que com ecógrafos. A base do conhecimento é a comunicação; e quanto mas exeqüível e universal seja esta, maior será a expansão e utilidade do primeiro.

Os programas lêem valores numéricos, processam-nos e emitem resultados, sem erros eletrônicos. Se o software está corretamente elaborado, só é possível errar ao introduzir os dados. Conscientes disso, incluímos instruções que obrigam ao computador a dar um sinal de alarme quando se introduz um dado suspeito, dando oportunidade de reintroducir os dados, ou de retomar a medição, segundo seja o caso.

Consideremos por um momento as numerosas operações matemáticas e lógicas que efetua um computador correndo um programa obstétrico, e que nos permite praticar em menos de 30 minutos uma exploração obstétrica de excelente qualidade, incluindo a elaboração do reporte. Se tentássemos fazer o mesmo com as tabelas obstétricas que trazem os ecógrafos ou com as que aparecem nos livros, e ajudados por uma calculadora, nos tomaria não menos de 6 horas seguir a mesma rotina do programa. E seus resultados teriam precisão e qualidade inferiores.

Os computadores e os ecógrafos atuais, de imagem superior, ampliaram o espectro diagnóstico gineco-obstétrico e simplificado a valoração das pacientes gestantes. Como veremos adiante, o uso de algumas técnicas invasivas e as provas químicas de gravidez tendem a desaparecer. Igual sucede com o Perfil Biofísico Fetal (The Principles and Practice of Ultrasonography in Obstetrics and Gynecology 4th edition, 1991 - Appleton Lange) e a monitoría fetal anteparto, que pese a seu amplo uso, é desnecessária e inútil (Current Obstetric & Gynecologic Diagnóstico & Treatment, Pernoll Benson, 1987 - Appleton Lange). A seguir veremos um resumo do estado atual do ultrasom obstétrico assistido por computadores.

Detecção de gravidez
É imperativo descartar a gravidez antes de praticar estudos radiológicos ou de administrar substâncias potencialmente prejudiciais para a gestação, como tetraciclinas, antiparasitarios, tranquilizantes, antidepressivos, anticonceptivos, hormonoterapia, aminoglicósidos, etc.

As primeiras manifestações ecográficas de gravidez são a imagem decidual e o aumento de volume uterino, patentes aos 21 dias. O saco aparecerá ecográficamente entre os 26 e 29 dias, segundo a técnica. O confirmar ou descartar a presença de gravidez antes de aparecer o saco é possível graças ao software ginecológico. A ecografia C.A.D. em cor detecta signos de gravidez inclusive desde os 10 dias posteriores à relação sexual.

Vantagens do Ultrasom sobre as provas químicas
As provas químicas, a diferença do ultrasom, não podem estabelecer a integridade, localização, evolução e complicações da gestação. A percentagem de erro das provas de gravindex e similares é muito alto (Ultrasonography in Obstetrics and Gynecology, P. W. Calem, 1983) e sua utilidade é discutível (ver tabela). A similitude estrutural entre a molécula da HCG e outros hormônios, produz reações cruzadas, principalmente em pacientes com níveis elevados de hormônio luteinizante na fase preovulatoria. Os anticorpos monoclonales, ainda que mais precisos, não contribuem informação confiável com respeito à implantação (ectópico), integridade, idade, evolução e complicações da gestação e podem resultar positivos em ausência de gravidez. O Ultrasom revela causas de amenorrea diferentes à gravidez, bem como as origens das metrorragias; demonstra quistos, endometriosis, fibromas, etc, o qual não é possível com provas químicas.

Antes de generalizar-se o emprego do ultrasom muitos casos de placenta prévia e de hemorragia normal de implantação eram tratados às cegas com estrógenos ou com legrados.

Causas de falsos positivos nos teste químicos de gestação
Proteinuria
hematuria
hormônio luteinizante
ovulação
menopausa
medicamentos
aspirina
tranquilizantes maiores
metadona
abcessos tuboováricos e infecções pélvicas
neoplasias ginecológicas, de hipófisis e de pulmão


Determinação do número de embriões ou fetos
Nas gestações gemelares e múltiplas os computadores melhoram os resultados, pois a avaliação e tem mais rápida, permitindo o estudo individual de cada feto ou embrião, que é o mais adequado.

Precaução !: Poderia pensar-se que o ultrasom obstétrico devesse praticar-se tardiamente, porque o feto de maior tamanho se visualizaria melhor. Realmente sucede o contrário: À medida que a gestação avança, o tamanho do feto aumenta até ultrapassar o campo de exploração dos transdutores fazendo mais difícil sua visualização. No último trimestre é viável passar por alto gravidezes gemelares ou múltiplas. Por este, e outros motivos que mencionaremos a seguir, tentamos efetuar o primeiro ultrasom durante o primeiro trimestre.

Cálculo da idade gestacional e valoração do crescimento fetal:
À medida que a gestação avança o cálculo da idade gestacional perde exatidão, tornando-se numa suposição a partir da segunda metade da gravidez, a não ser que exista um ultrasom prévio. Como as magnitudes de longitude, área e volume aumentam, o erro regular também o fará.

Sempre se requerem ao menos dois sonogramas para diagnosticar alterações do crescimento, pois ainda que se conheça a data da última regra, isso não significa que a fertilização se tenha efetuado o dia 14. O crescimento fetal e embrionário corresponde à mudança, geralmente positivo, de dimensões que pode ou não se associar a variações de importância. A data da última regra representa uma magnitude de tempo e as medidas de crescimento representam magnitudes de espaço, pelo qual não podemos igualar uma com outra. Podemos só supor que para N dias (semanas, meses) de amenorrea, A, B e C parâmetros costumam ter aproximadamente X, E e Z valorizes. Mas esta suposição costuma falhar por múltiplos motivos, pelo que não tem sentido empregá-la.

Não é raro que ocorra hemorragia por placenta prévia, por implantação normal, por expulsão de sacos satélites anembrionados, por pólipos e endometriomas cervicais, por cervicitis, por inductores da menstruação, por ocitósicos, etc, e que podem simular a menstruação. Também aparece amenorrea por causas diferentes de gravidez. Por isso, a data da última regra não é matematicamente fiável.

Com tais limitações devemos empregar valores relativos, cuja interrelação permita resultados matemáticos. Estabelecemos uma relação matemática real entre o conjunto de medições obtidas no primeiro sonograma, os resultados a elas associados, e a data da última regra indicada pela paciente (se se desconhece tal data, matematicamente podemos resolver o problema). A esta relação a chamamos coeficiente de crescimento Nos estudo subsequentes faremos idênticos cálculos e os compararemos matematicamente com os resultados do primeiro exame, obtendo um valor numérico positivo ou negativo, que denominamos índice de crescimento. Considerando seu erro regular podemos estabelecer quando o desvio é patológicamente negativa (redução do crescimento), quando patológicamente positiva (aumento do crescimento), e quando normal. Como os erros estandar do índice de crescimento e das tabelas biométricas variam em forma irregular, descrevendo curvas complexas, os cálculos são numerosos. O fazê-lo manualmente requereria muito tempo. Um computador o faz em menos de 1 milisegundo.

A margem de tolerância varia segundo o software e a técnica empregados. Não há maior diferença empregando ecógrafos diferentes pois em geral todas as equipes estão bem construídos. Com nosso software obtemos tolerância de ± 21.3 dias às 40.3 semanas de gestação, e de ± 2.4 dias às 5.5 semanas, independentemente do ecógrafo, pois não há maior variação nas medições.

Usando as tabelas de qualquer ecógrafo moderno e igual técnica, mas sem computador, a margem de erro ultrapassa na prática os dois meses ao final da gravidez e uma semana ao começo. O erro de uma semana é tolerável, mas o de dois meses não. Por isso insistimos em praticar um estudo ao começo da gravidez, especialmente quando não se conta com software externo. MELHORE-LOS resultados se obterão, em primeiro lugar, com uma técnica cuidadosa e adequada, e em segundo, lugar empregando um computador com software atualizado e completo. O modelo ou marca da equipe não é relevante, desde que sua imagem seja satisfatória e os calipers funcionem corretamente. Isto permite poupar milhares de dólares ao adquirir um ecógrafo, pois comparativamente o gasto adicional do computador e seu software é mínimo, e produz ademais exames de qualidade significativamente superior, sem contar com os múltiplos usos adicionais do computador.

Estimação do peso fetal
Indica se o feto pode ter maturação suficiente para ser viável, pelo qual é útil efetuá-la antes de cesárea ou de induzir o parto. FORMULA-LAS empregadas para sua estimação e limites de tolerância fazem parte do software obstétrico. O peso e a idade gestacional são matematicamente independentes.

Maturação placentaria
A determinação do grau de maturação placentaria é arbitrária. Existem duas modalidades: graus de 0 a 3, e 1 a 6, ambos baseados no aspecto do parênquima, da placa coriónica e dos cotiledones. Quanto mais heterogênea seja a imagem, mais madura se supõe a placenta.

Os graus 0/3 (ou 1/6) podem aparecer normalmente tanto em gravidez a termo como aos 6 meses de gestação. O grau 3/3 (ou 6/6) na 26 semana de gestação pode corresponder a patologia placentaria, mas é normal ao final da gravidez. Assim, o grau de maturação é só uma guia para a interpretação do exame, e seu significado abarca tanto evolução como patologia, pelo que seu significado é subjetivo.

Atividade cardíaca
As tabelas de atividade cardíaca fetal e embrionária, sócias às interrelações biométricas, a maturação placentaria, o aspecto e quantidade do líquido amniótico e a reactividad do feto, com sua correlação através do computador, permitem valorizar a vitalidade fetal, com precisão que supera a de qualquer outro meio atual.

As alterações da vitalidade identificadas por software obstétrico merecem ser consideradas com especial cuidado, vigiando estreitamente aos indivíduos afetados.

E para terminar, ainda que o cuidado que se de ao exame reduz os erros, o Ultrasom não é infalível. A não observação de patologia não descarta sua presença. O achá-la depende de múltiplos fatores, sendo o principal, o que ela exista ao momento do exame. Não é possível descartar a presença de toda classe de patologia por meio algum. É praticamente impossível demonstrar que algo não existe, pois não podemos abarcar um número infinito de possibilidades, incluindo as que ainda não conhecemos. Mas sim podemos demonstrar a presença de muitas condições patológicas, incluindo doenças não descritas ainda, pois não é raro encontrar novos achados ecográficos dia a dia.

Por exemplo, as distocias do cordão umbilical como proscidencia, cordão circular, cordão curto e outras modalidades, podem demonstrar-se ecoográficamente. Mas o cordão costuma mudar sua disposição espacial permanentemente e o oligoamnios reduz a distância entre as interfases, ao igual que certas posições fetais, dificultando ou impedindo sua observação. No entanto, o software obstétrico demonstra as alterações da vitalidade que podem produzir tais distocias, advertindo sobre alterações funcionais maiores, que ao ser relacionadas com os dados morfológicos e com os rastreamentos seriados, costumam sugerir diagnósticos com exatidão suficiente para definir uma conduta.

Atualmente o ultrasom obstétrico assistido por computador é a melhor e mais exata forma de diagnosticar a gestação, de estudar seu curso e de ajudar a prevenir suas complicações.

Exemplo de um de nossos reportes obstétricos habituais obtidos mediante este sistema

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